Nova tecnologia alemã permite "imprimir" baterias
Pesquisadores do Instituto de Pesquisa para Nano-sistemas Eletrônicos, afiliado ao conceituado Instituto Fraunhoffer, na Alemanha, desenvolveram um novo tipo de bateria que pode ser "impressa". O produto poderá ser usado em eletrônica embarcada em uma infinidade de objetos, de smart-cards de bancos a cartões de aniversário eletrônicos.
A bateria é composta por várias camadas ensanduichadas, com um ânodo de zinco e um cátodo de manganês, impressas com uma técnica semelhante ao silk-screen. A tensão elétrica (popularmente conhecida como ¿voltagem¿) é de 1.5 volts, e várias baterias podem ser combinadas em série para a obtenção de tensões maiores.
Completa, a bateria tem menos de 1 mm de espessura, e seu processo de produção permite que seja impressa em vários tamanhos, o que é crucial já que quanto maior a área, maior a capacidade. Como toda bateria, ela tem uma vida útil limitada, e é recomendada para uso em eletrônicos "descartáveis".
O processo foi criado por uma equipe liderada pelo Prof. Dr. Reinhard Baumann, acompanhado de pesquisadores da Universidade Técnica de Chemnitz (TU-Chemnitz), também na Alemanha, e da Menippos GmbH, uma empresa especializada em eletrônicos "imprimíveis".
As primeiras baterias já foram produzidas em escala de laboratório, e os pesquisadores trabalham agora na produção em escala comercial. Espera-se que os primeiros produtos baseados nas novas baterias imprimíveis cheguem ao mercado já no final neste ano.
Geek
Fonte: http://tecnologia.terra.com.br/
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segunda-feira, 17 de agosto de 2009
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Nova tecnologia faz mensagens eletrônicas se autodestruirem
John Markoff
Um grupo de cientistas da computação da Universidade de Washington desenvolveu uma forma de fazer com que mensagens eletrônicas se "autodestruam" após um certo período de tempo, como mensagens escritas na areia que se perdem nas ondas.
Os pesquisadores disseram acreditar que o novo software, chamado Vanish, que exige a encriptação de mensagens, vai ser cada vez mais necessário à medida que informações pessoais e comerciais passarem a ser armazenadas não em computadores pessoais, mas em máquinas centralizadas, ou servidores.
Usando a terminologia do momento, isso é chamado de computação em nuvem, e tal nuvem é composta de dados - incluindo e-mails, documentos e calendários baseados na web - armazenados em inúmeros servidores.
A ideia de desenvolver a tecnologia para fazer dados digitais desaparecerem após um período específico de tempo não é nova. Vários serviços que desempenham essa função existem na rede mundial de computadores, e alguns aparelhos eletrônicos, como chips de memória FLASH acrescentaram essa capacidade para proteger dados armazenados por meio do apagamento automático após um período específico de tempo.
Mas os pesquisadores disseram que haviam encontrado uma abordagem única que depende da "destruição" de uma chave de encriptação que não é detida por nenhuma parte em uma troca de e-mails, mas que está dispersa ao longo de um sistema P2P de compartilhamento de arquivos.
A criptografia de chave pública possibilita que duas partes que nunca se encontraram fisicamente compartilhem um segredo digital e, como resultado, se envolvam em uma conversa eletrônica segura, protegida de potenciais bisbilhoteiros. A tecnologia está no cerne dos mais modernos sistemas de comércio eletrônico.
O Vanish usa um sistema de encriptação baseada em chaves de maneira diferente, possibilitando que uma mensagem decodificada seja automaticamente recodificada em um ponto específico no futuro, sem medo de que um terceiro seja capaz de obter acesso à chave necessária para ler a mensagem.
Os pedaços da chave, pequenos números, tendem a "erodir" com o tempo à medida que caem gradualmente em desuso. Para fazer as chaves erodirem, ou se esgotarem, o Vanish tira proveito da estrutura do sistema peer-to-peer (P2P).
Tais redes se baseiam em milhões de computadores pessoais cujos endereços na internet mudam à medida que entram e saem da rede. Isso dificultaria excessivamente que um bisbilhoteiro ou espião remontasse os pedaços da chave, porque a mesma nunca se encontra em apenas um local.
A tecnologia Vanish pode ser aplicada a mais do que apenas e-mails ou outras mensagens eletrônicas. Tadayoshi Kohno, professor assistente da Universidade de Washington que é um dos desenvolvedores do Vanish, disse que o software possibilita o controle do "tempo de vida" de qualquer tipo de dado armazenado na nuvem, incluindo informações no Facebook, documentos do Google e blogs.
O valor potencial de tal tecnologia gerou alívio completo na semana passada, quando um hacker de computador roubou dados pertencentes à empresa de mídia social Twitter e enviou os mesmos por e-mail a companhias de publicação na Web dos Estados Unidos e da França.
A importância do avanço é que o "modelo de confiança" do Vanish não depende da integridade de terceiros, como acontece com outros sistemas. Os pesquisadores citam um incidente no qual um fornecedor comercial de serviços de e-mails criptografados revelou os conteúdos da comunicação digital ao ser intimado pela agência de polícia canadense.
Os pesquisadores reconheceram que existem questões legais não exploradas acerca do uso da tecnologia. Por exemplo, certas leis exigem que as corporações arquivem e-mails e os tornem acessíveis.
Os pesquisadores desenvolveram um protótipo do sistema Vanish com base em um plug-in para o navegador Mozilla Firefox. O uso do sistema exige que ambas as partes da comunicação tenham uma cópia do plug-in, o que é um dos limites da tecnologia. Kohno disse não imaginar o Vanish sendo usado para todas as comunicações, apenas para aquelas sensíveis.
Amy Traduções
fonte: http://tecnologia.terra.com.br
terça-feira, 21 de julho de 2009
PENDRIVE DE 256GB
A Kingston colocou no mercado o maior pendrive em capacidade existente. O Kingston DataTraveler 300 tem nada mais, nada menos do que 256 GB de espaço.
imagem: divulgação
O modelo tem velocidade de leitura de 20 MB por segundo e de 10 MB por segundo para gravação. Tem dimensões de 70,68 mm x 16,90 mm x 21,99 mm. O pendrive vem com sistema de senha, que funciona apenas no Windows.
É verdade que o preço atual é totalmente inviável: US$ 900. O importante desse lançamento, porém, é que mostra que a capacidade desse tipo de dispositivo vai aumentar e os preços vão cair.
Com a existência de um modelo de 256 GB, outros de menor capacidade, como 64 GB, devem ter seus preços derrubados - em um primeiro momento, nos EUA, mas a queda deve atingir o mercado brasileiro também.
fonte:http://msn.techguru.com.br - Felipe Lobo
sexta-feira, 19 de junho de 2009

Sondas partem em busca de água e local de pouso na Lua
Sozinha, a LRO coletará mais informações da Lua do que todas as missões Apollo juntas. As duas sondas representarão a maior pesquisa da Lua feita desde o fim dos voos tripulados e o passo final necessário para o retorno do homem à Lua, planejado para o início da próxima década.
Encontrando locais de pouso
A LRO chegará na Lua na terça-feira, às 6h43, no horário de Brasília. A sonda entrará em uma órbita elíptica (30 km x 216 km) para ativação e checagem dos instrumentos. Seis dias depois, ela entrará em uma órbita circular polar de baixa altitude (50 km) para começar sua missão, com a primeira etapa prioritária prevista para durar 12 meses. Na sequência, ela continuará coletando dados científicos por mais três anos.
Os sete instrumentos científicos da LRO fornecerão dados essenciais para o retorno do homem à Lua, incluindo o primeiro mapeamento tridimensional do relevo lunar, com a indicação dos pontos de pouso mais seguros e mais promissores para novas pesquisas científicas. A localização de recursos minerais, inclusive água, que poderão ser úteis às futuras missões e o mapeamento da radiação ambiental também estão os objetivos prioritários da missão.
Existe mesmo água congelada na Lua?
Já a missão principal da LCROSS será responder a uma pergunta essencial: existirá de fato água congelada em algum lugar na Lua? Para tentar encontrar uma resposta, o último estágio do foguete Atlas, chamado Centauro, será usado como um projétil que deverá alvejar uma cratera no lado escuro da Lua.
O choque deverá acontecer no dia 9 de Outubro.
A LCROSS é formada pelo conjunto Centauro e a sonda propriamente dita, chamada Shepherding (pastor). As duas irão se separar 9h40 antes do impacto, em uma manobra que também dirigirá os instrumentos da sonda na direção do choque.
Duas crateras artificiais na Lua
A própria Shepherding se chocará com a Lua, cerca de quatro minutos depois do Centauro. Com isto, seus instrumentos poderão analisar o choque com grande proximidade. São dois espectrômetros na faixa do infravermelho próximo, um espectrômetro na faixa visível e ultravioleta, duas câmeras de infravermelho médio, duas câmeras de infravermelho próximo, uma câmera visível e um fotômetro de alta velocidade na faixa da luz visível.
Com seus 12 metros de comprimento por três de diâmetro e 2.249 quilogramas, o Centauro se chocará com o solo lunar a 9.000 km/h, num ângulo de inclinação entre 60 e 70 graus. Calcula-se que a cratera resultante medirá 4 metros de largura por 20 metros de comprimento e 2 metros de profundidade, levantando 350 toneladas de poeira e rochas que poderão atingir uma altitude de 50 km.
Depois de capturar todas as informações do primeiro impacto e transmiti-las para a Terra, a Shepherding, com seus 2.305 quilogramas, fará a sua própria cratera, levantando um pouco menos de poeira, alguma coisa próxima a 150 toneladas.
Com a análise à distância dessas nuvens de poeira, os cientistas esperam obter mais informações do que as disponibilizadas pelos 382 quilogramas de rochas lunares trazidas pela missão Apollo.
quinta-feira, 14 de maio de 2009

LIVRO ELETRÔNICO
Ler um livro em voz alta pode ser considerado pirataria? O novo aparelho que reproduz livros eletrônicos da Amazon, o Kindle 2, tem gerado polêmica no mercado editorial norte-americano desde seu lançamento por causa de uma função que faz algo parecido com uma leitura ‘robótica’ dos livros eletrônicos.
A ferramenta, que está na segunda versão, é uma espécie de “iPod dos livros”. O Kindle 2 reproduz na tela uma versão eletrônica de um livro comprado pelo usuário no próprio site da Amazon.com.
Como gadget também é capaz de “ler” em voz alta o texto do e-book, isso causou controvérsia entre editores e agentes literários nos EUA. De acordo com o Wall Street Journal, o presidente do sindicato dos autores, Paul Aiken, afirmou que comprar o livro eletrônico e instalar no aparelho não dá ao usuário o direito de ouvi-lo em voz alta, em áudio. Segundo ele, essa reprodução configura “um direito de reprodução auditiva, que está previsto na lei de direitos autorais”.
O jornal também informou que um porta-voz da Amazon ressaltou que a função do Kindle 2 que “lê” o livro usa uma tecnologia automática que apenas transforma texto em áudio, e que os ouvintes não irão confundir esse tipo de ferramenta com a experiência proporcionada por um “audiobook”, que é a gravação de uma leitura feita por um narrador humano.
De acordo com o advogado Rony Vainzof, especializado em direito eletrônico e autor de livros sobre o tema, no Brasil uma situação como essa dificilmente caracterizaria violação dos direitos autorais. “Apesar de a lei prever que qualquer transformação não-autorizada na obra poderia caracterizar infração de um direito, num caso como esse a lei de direitos autorais entraria em contraposição com as leis que preveem acessibilidade para deficientes visuais, por exemplo”, explicou.
Para Vainzof, a questão depende das permissões contidas no contrato entre o autor da obra e o vendedor dela - no caso, a Amazon. Segundo ele, “se o contrato tiver uma cláusula [que permita a reprodução em áudio] isso anula a questão”.
Fonte: O Estadão
domingo, 10 de maio de 2009



Caminhões do futuro, os reis da estrada na era da tecnologia por Ricardo Panessa
Fonte:IcarrosNormalmente todos os embarques internacionais requerem o uso de mais de um meio de transporte da origem até o destino final. Por isso, embora o transporte não possa reivindicar responsabilidade exclusiva pelo sucesso da globalização econômica, ele permanece sendo fator essencial para o desenvolvimento de todos os países. Enquanto algumas empresas investem em locais estrangeiros com a expectativa de poderem confiar nos serviços de transporte internacional, outras desenvolvem veículos de transporte mais eficientes.
Além dos transportes aéreo, marítimo e ferroviário, no futuro os caminhões continuarão a mover produtos de seus pontos de origem para centros de transporte, de onde seguirão para distribuição aos pontos finais de entrega. A integração econômica regional, especialmente na América do Norte e na Europa, está gerando crescente confiança no transporte internacional por caminhões. Serão necessários investimentos em novas tecnologias para controlar os custos e aprimorar os níveis de serviço, assim como o desenvolvimento de caminhões mais práticos e eficientes em todos os aspectos.
Mastodontes customizados
Como a herança dos caminhões bicudos do século XX pode ser legada ao século XXI? Desenhistas das mais diversas marcas já fizeram estudos conceituais para duas ou três gerações futuras dos reis da estrada. A Scania, Mercedes-Benz, Volvo e Renault estão entre as marcas que mais investem em projetos de caminhões para o futuro. Para a maioria, a primeira fonte de inspiração nos estudos dos novos modelos foi a cultura de personalização, tão em voga nos Estados Unidos e na Europa, quanto no Brasil. A Scania apresentou na feira de transportes IAA de 2004, em Hanover, um estudo em escala natural do funcionalismo para os motoristas do futuro que pensam viver nos próprios caminhões. As longas viagens de 8 mil quilômetros de distância e duas semanas de duração exigirão um outro tipo de conforto, funcionalidade e segurança. Os fabricantes de caminhões têm de renovar a concepção do espaço interior da cabina, sua utilização e decoração.
O objetivo da nova disposição do espaço interno da cabina é dar ao motorista melhores condições de descanso, depois de um longo período na direção. Tudo isso contribui mais ainda para a segurança ativa. O espaço para o motorista fica maior e o dormitório é mais acessível. A cama pode ter colchão de molas e boa altura para sentar. Pela manhã, a cama pode ser desarmada e embutida. Nesse espaço, o motorista pode fazer refeições sentado à mesa e descansar. A televisão com DVD, embutida na parede, garante o entretenimento, em qualquer localização geográfica.
O maravilhoso mundo dos sensores
Obviamente o trem de força dos brutos estarão otimizados, com motores mais potentes, mais duráveis, mais econômicos e menos poluentes. Os níveis de eletroeletrônica embarcada serão altíssimos, assim como ocorre com os automóveis. No Beevan, projeto conceitual da Volvo, o assento do motorista foi colocado no centro da cabine, rodeado por um pára-brisa envolvente de 180 graus e uma série de monitores ligados a câmeras que possibilitam uma completa visão lateral e posterior. Os degraus são retráteis, que se abrem para dar acesso ao interior da cabine, e as portas são deslizantes. Para facilitar a vida do motorista, seu assento gira para o lado da porta quando ela é aberta.
Os projetos dos caminhões modernos prevêem principalmente uma completa gama de sistemas eletrônicos de segurança, como sensor que alerta quando o veículo troca de faixa, sensores de aproximação de outros veículos ou obstáculos e monitores que detectam se o motorista adormecer ao volante. O modelo da Scania inclui uma câmera para ler e registrar o movimento dos olhos do motorista. Se ele cochilar, será despertado por meio de sinais luminosos, sonoros e até vibrações no banco. Câmeras instaladas na frente, nas laterais e na traseira vão registrar áreas com ângulos cegos, que não são alcançados pelos retrovisores. As imagens aparecem em telas de cristal líquido no painel do veículo. E, principalmente, os freios nas rodas dos caminhões do futuro serão acionados automaticamente toda vez que o motorista não obedecer a uma distância segura em relação ao veículo da frente.
domingo, 3 de maio de 2009
Microprojetor portátil cabe na palma da mão (TECNOLOGIA NA PALMA DA MÃO)
Fonte: www.terra.com.br